quarta-feira, 6 de julho de 2011

espalhando sementes....

"E começou a redescobrir que coragem, na maioria das vezes, é apenas voltar para o próprio coração. É apenas calar a ausência devastadora e infértil dele. É apenas sair do lugar para um ponto um pouquinho mais espaçoso e espalhador de sementes.
É apenas seguir. Com medo e tudo.''

"coração: sabedor do que, de verdade, importa..."
(Ana jácomo)

saudade é pra quem tem!!!

Meu amor é teu
Mas dou-te mais uma vez
Meu bem
Saudade é pra quem tem
Meu amor é teu
Mas dou-te mais uma vez
Meu bem
Saudade é pra quem tem
Todo o teu amor
Eu vi de longe
De longe...
Dava pra sentir o teu perfume
Eu juro...

Eu juro......


Marcelo Camelo

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Puro remédio...

"Aos que estão com almas adoecidas, uma receita infálivel: um poema de hora em hora."

                                                                         (Fabio de Mello)

quarta-feira, 16 de março de 2011

De camarote....



"Não perdera um gesto seu, nem um indício do seu caráter, mas não se atrevia a se aproximar dela pelo medo de desfazer o encanto."

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Só pra constar....

"Spend your time and energy with people who choose to stand by you side...."

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Ah se eu pudesse voltar atrás......


Parabéns!!!

Sorria meu bem, sorria....

O teu riso

Tira-me o pão, se quiseres,
tira-me o ar, mas não
me tires o teu riso.

Não me tires a rosa,
a lança que desfolhas,
a água que de súbito
brota da tua alegria,
a repentina onda
de prata que em ti nasce.

A minha luta é dura e regresso
com os olhos cansados
às vezes por ver
que a terra não muda,
mas ao entrar teu riso
sobe ao céu a procurar-me
e abre-me todas
as portas da vida.

Meu amor, nos momentos
mais escuros solta
o teu riso e se de súbito
vires que o meu sangue mancha
as pedras da rua,
ri, porque o teu riso
será para as minhas mãos
como uma espada fresca.

À beira do mar, no outono,
teu riso deve erguer
sua cascata de espuma,
e na primavera, amor,
quero teu riso como
a flor que esperava,
a flor azul, a rosa
da minha pátria sonora.

Ri-te da noite,
do dia, da lua,
ri-te das ruas
tortas da ilha,
ri-te deste grosseiro
rapaz que te ama,
mas quando abro
os olhos e os fecho,
quando meus passos vão,
quando voltam meus passos,
nega-me o pão, o ar,
a luz, a primavera,
mas nunca o teu riso,
porque então morreria.

(Pablo Neruda)